terça-feira, 3 de julho de 2012


PROJETO DE TRABALHO PARA DISCIPLINAS PEDAGÓGICAS DO MAGISTÉRIO

TÍTULO: Os brinquedos e as brincadeiras contribuindo no desenvolvimento de habilidades e na aprendizagem de nossos alunos.
  
PROBLEMA: O brincar com fins pedagógicos pode contribuir para o desenvolvimento e aprendizado dos alunos? 

OBJETIVOS
·         Reconhecer-se como um professor mediador nas brincadeiras;
·         Conhecer conceitos e aspectos referentes ao jogo e a brincadeira;
·         Participar de oficinas para a elaboração de brinquedos pedagógicos.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: Iniciaremos com uma aula expositiva (apresentação Power point), falando dos brinquedos e das brincadeiras e de sua importância para a aprendizagem das crianças.  Também, destacaremos o papel do professor como elemento integrante nas brincadeiras e como mediador nas atividades desenvolvidas, participando e observando todo o processo de aprendizagem. Depois da explicação, será feita a leitura de um artigo, as alunas responderão a algumas perguntas e passaremos um vídeo referente ao assunto proposto. Para finalizar, explicaremos com o auxilio de uma apresentação de Power point, como os brinquedos estimulam as crianças (motor e sensorialmente) e então, realizaremos uma oficina onde as alunas confeccionarão seus brinquedos ou jogos, com materiais reutilizáveis e/ou recicláveis e deverá ser produzido um manual, mencionando regras e definindo os objetivos pedagógicos dos mesmos. Após este momento, elas apresentarão os brinquedos para a classe. 

RECURSOS: Data show, potes de iogurte, garrafas pet, tesouras, fita adesiva, palitos de churrasco e picolé, folhas sulfite, EVA, cola-quente e refil, tinta relevo, tecidos, guache, revistas, botões, canetas hidrocor, copos e pratos descartáveis, restos de lã, linhas, papeis diversos, agulhas e lápis de cor, entre outros

CRONOGRAMA: Aula do dia 20 de junho - 5 h/a.

AVALIAÇÃO: A avaliação será feita após a oficina (apresentação dos trabalhos), pois de acordo com as apresentações poderemos constatar o real entendimento das alunas em relação às brincadeiras/jogos com fins pedagógicos e o papel do professor na educação infantil.

REFERÊNCIAS

BROUGÈRE, Gilles. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1995.

FANTIN, Mônica. No mundo da brincadeira: Jogo, brinquedo e cultura na educação infantil. Florianópolis: Cidade Futura, 2000. p.244

KISHIMOTO, Tizuko Morchida (org). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1999.

KLISYS, Adriana. Faz-de-conta: Invenção do possível. Revista Criança: do professor da educação infantil/ MEC. N. 43, ago. de 2007,  p. 27-29

PLANO DE AULA PARA JOVENS E ADULTOS



2– OBJETIVOS:
2.1 – GERAL:
Proporcionar aos alunos momentos de aprimoramento e aprendizado dos conhecimentos, para que estes se tornem pessoas mais autônomas.
2.2 – ESPECÍFICOS: 
  • Desenvolver a aprendizagem dos códigos de escrita e leitura, associando texto, frase, palavra, sílaba e letra.
  • Reconhecer semelhanças e diferenças na grafia das palavras;
  • Ler e interpretar textos;
  • Resolver operações matemáticas (adição e subtração);
  • Identificar números de 0 a 100;
  • Compreender os valores de numeração: unidade, dezena e centena.

 3 –  CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PORTUGUÊS:
  • O alfabeto (consoantes e vogais);
  • A grafia das sílabas e das palavras;
  • Interpretação de textos;
  • Leitura.

MATEMÁTICA:
  • Os números de 0 a 100;
  •  Adição e subtração;
  • Sistema de numeração decimal: unidade e dezena; 
  • Centena.  

 4 – PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

1° encontro: Na primeira aula (T1) entregaremos um envelope com o alfabeto. Juntos, leremos as letras para que possam assimilar o som das mesmas. Em seguida, separaremos as vogais e as consoantes e formaremos algumas sílabas. Os alunos serão estimulados a formar pequenas palavras, que posteriormente, serão resgatadas para que eles possam escrevê-las em seus cadernos.  Para os alunos do T2 leitura e interpretação do texto “Escola: Um mundo de novidades.”, logo os alunos responderão a algumas perguntas referentes ao texto. Os alunos, também terão que retirar palavras que iniciem com a mesma letra de seu nome e formar uma frase. Em seguida todos irão jogar dominó da adição.
 2° encontro: Nessa aula trabalharemos com o material dourado, onde os alunos aprenderão o Sistema de Numeração Decimal e centena. Primeiro aprenderão no concreto depois resolverão algumas atividades (T1 e T2). Para o (T2) Texto: “A aposta”, primeiramente vão lê-lo, depois interpretá-lo e fazer uma cruzadinha. Enquanto isso, os alunos do (T1), lerão a parlenda transformada em texto enigmático, que copiarão no caderno substituindo os desenhos por palavras. 
3° encontro: Em nossa última aula faremos um bingo com palavras que foram retiradas dos textos que trabalhamos em sala de aula e outras conhecidas por eles.  Depois irão fazer uma atividade de compor e decompor alguns números, relembrando o uso do material dourado.


 5 – RECURSOS

Dominó (Xerox e cartolina); Bingo (folhas de papel cartão, folhas sulfite, canetas, tesoura e cola); Alfabeto (envelopes, Xerox do alfabeto, cola e tesoura); Xerox das atividades.
 6 – AVALIAÇÃO 

            O momento da avaliação implica em uma reflexão do educador sobre o processo de ensino-aprendizagem e das condições por ele oferecidas para que este possa acontecer.
Portanto, a avaliação acontecerá durante todo o estágio. Os instrumentos utilizados serão a observação e o registro das atividades e das aulas realizadas. Sendo esses instrumentos, aliados importantes na obtenção dos resultados e na análise das aprendizagens dos alunos. 
 7 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

COSTARDI, Wilma J. Lekevicios. Conhecer e descobrir: alfabetização: EJA, v. único. Ed. Atualizada. São Paulo: FTD, 2009.

DIREITOS e participação: primeiro segmento do ensino fundamental, v. 2, 1 ed. São Paulo: Global – Ação Educativa, (Coleção Viver, Aprender), 2009.

DIVERSIDADE, cultura e trabalho: primeiro segmento do ensino fundamental, v. único, 4 ed. São Paulo: Global- Ação Educativa, (Coleção Viver, Aprender), 2009.

EJA: alfabetização. Org. Editora Moderna; obra coletiva; 1 ed. São Paulo: moderna,2009.

Dinâmica para estimular a memória

Salada de Frutas

1-      Objetivo: Descontrair e integrar o grupo através do esforço físico e mental.
2-      Materiais Necessários: História para salada de frutas e cadeiras ou almofadas.
3-      Descrição da Dinâmica: -Organizar os participantes em círculo sentados nas cadeiras.
-           Cada componente do grupo receberá o nome da uma fruta, os nomes serão: maçã ,uva e
laranja.
-    O instrutor explica que haverá uma história e cada vez que, durante a história, for
mencionado o nome da fruta, o mesmo, deverá mudar de lugar. Ao aparecer a palavra “salada de frutas” todos deverão mudar de lugar .( um minuto )
-    O instrutor conta a história.

História para Salada de Frutas

Em uma cidade muito distante chamada frutolândia, havia uma confeitaria muito
Conhecidas por  seus doces.
      O senhor confeiteiro chamado Godofredo era gordo, pesava aproximadamente 120 kg. Este peso foi adquirido ao longo dos anos em que se dedicou a  degustar os próprios doces que criava. Sua especialidade era criar tortas com uma variedade muito grande de frutas.
      As de sua preferência eram : Maçã, Uva e Laranja.
      Existia um grande número de clientes que encomendavam com frequência a torta de melancia que era feita com leite condensado, chocolate e outros ingredientes.
      Mas com certeza, a campeã de pedidos era a torta de  maçã, que levava como segredinho alguns pedacinhos de uva.
       Havia porém, um único cliente que uma vez  por mês encomendava a torta de laranja, que além dessas frutas eram acrescidas rodelas de limão.
       Mesmo com todo o sucesso da confeitaria Godofredo cansou de fazer torta a base de maçã, melancia, caju, uva, quiwi e laranja.
       Em função do seu cansaço Godofredo começou a ficar distraído, esquecia a torneira aberta, forno ligado, e tantas outras coisas. Toda Segunda- feira à tardinha. Godofredo buscava frutas fresquinhas. Justamente numa Segunda-feira  Godofre devido as grandes encomendas das tortas de maçã, uva e laranja, deixou o forno ligado e foi para casa.
       Na manhã seguinte, quando chegou a confeitaria, não encontrou mais tortas, e sim uma Salada de Frutas.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Pessoal, este é um site que traz a história do elefante Elmer. Esta história é muito legal e serve para trabalhar as diferenças com as crianças. Aproveitem a sugestão e bom trabalho!!!!!!

http://cantinholudicodagre.blogspot.com.br/2008/07/trabalhando-as-diferenas.html

Gestão escolar democrática participativa

Para muitos estudiosos da área da educação, a gestão escolar é motivo de muitas discussões, pois traz em suas entre linhas muitas dúvidas.
Portanto, precisamos primeiramente entender o conceito de gestão, democracia e, consequentemente, da gestão democrática para que assim possa-se esclarecer as dúvidas frequentes sobre este tema.
Segundo o dicionário Aurélio (2001. p. 374) gestão significa “Ato ou efeito de gerir; gerenciar.” Desta forma, pode-se perceber que o conceito de gestão está centrado no ato de administrar e organizar os recursos administrativos do local onde se trabalha. Ainda de acordo com o dicionário Aurélio (2001. p. 226), democracia significa “Governo do povo; soberania popular [...]”, ou seja, um regime onde quem detém o poder é o povo.
Entendido dessa forma, os conceitos de gestão e de democracia, é possível agora falar sobre a gestão escolar democrática, que não pode ser entendida apenas como uma organização dos recursos administrativos, nem tão pouco, como algo sem nenhuma organização e gerencia. Ao contrario, gestão escolar democrática significa dar direção ao processo de organização e funcionamento da escola, delegando responsabilidades aos membros que nela estão inseridos. É indispensável a introdução do trabalho em equipe, uma equipe que trabalha junto, de forma colaborativa e solidária, visando a responsabilidade com a formação e a aprendizagem dos alunos. 
Este modelo de gestão vem sendo garantido desde a constituição de 1988 em seu Art. 206 § VI quando estabelece que a gestão deve ser democrática, e que esta está em forma de lei. Podemos também encontrar esta garantia na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) nº 9394/96 Art 3º § VIII – “gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino;”
Sendo assim a gestão democrática deve estar presente em todas as instituições de ensino, tendo como garantia as leis. Partindo do principio de que é necessário atender as necessidades sociais comuns entre os sujeitos envolvidos.
A principal característica de uma gestão democrática é a participação, esta possibilita o envolvimento dos profissionais e demais usuários da escola no processo de tomada de decisão e no funcionamento da organização escolar. Isso pode resultar em uma educação efetiva, pois os educadores se encontram como agentes, os alunos como os sujeitos e os pais e demais funcionários como colaboradores e o gestor, é considerado o mediador, articulador do processo que reflete e age nas necessidades existentes na escola.
No que se refere à participação, Demo (1996. p.18) considera que esta é um processo constante de conquista alcançado pela sociedade. “Dizemos que participação é conquista para significar que é um processo, no sentido legítimo do termo: infindável, em constante vir-a-ser, sempre se fazendo. Assim, participação é em essência autopromoção e existe enquanto conquista processual.” Ainda segundo Demo (1996), não se pode considerar a participação como dádiva, ou concessão, nem tão pouco como algo preexistente, estas características não são encontradas em um processo de conquista que pode ser alcançado por qualquer membro da sociedade civil.
Pelo fato de vivermos em meio a uma sociedade que se divide em duas unidades contrárias, que são as classes dominantes e as classes dominadas, a participação acaba tornando-se algo distante e para algumas pessoas impossível de ser alcançado. Porém, esta falta de espaço para que a participação aconteça, não pode ser considerado como um problema, mas sim como o ponto de partida para uma nova conquista. ”Dizer que não participamos porque nos impedem, não seria propriamente o problema, mas precisamente o ponto de partida.” (DEMO, 1996. p. 19). Participar exige responsabilidade e dedicação, muitas pessoas hesitam em participar por comodismo, escondendo-se por de traz desta desculpa.


Muitas desculpas são justificação do comodismo, já que participação supõe compromisso, envolvimento, presença em ações por vezes arriscadas e até temerárias. Por ser processo, não pode também ser totalmente controlada, pois já não seria participativa a participação tutelada, cujo espaço de movimentação fosse previamente delimitado. (DEMO, 1996. p. 19).


Uma gestão escolar eficiente, passa pela gestão democrática participativa, uma gestão transparente e preocupada com a transformação social. Para tanto, é necessário que haja de maneira efetiva e comprometida esta participação. Demo (1990) afirma que como em qualquer outro envolvimento social, este precisa ser de qualidade, por isso, atribui quatro marcas fundamentais para uma participação qualitativa.


Os fenômenos participativos, sobretudo as formas de organização da sociedade civil, precisam manifestar pelo menos quatro marcas qualitativas para corresponderem àquilo que estamos chamando de qualidade política: representatividade, legitimidade, participação da base e planejamento participativo auto-sustentado. A participação fora destes horizontes aproxima-se da farsa ou é incompetente. (DEMO, 1990. p.45).


A representatividade aparece como forma de se escolher aqueles que irão nos representar frente aos membros superiores, estes são eleitos por meio de eleições diretas a fim de diversificar e não centralizar o poder nas mãos de uma só pessoa. A legitimidade é o que torna legitimo o processo de participação. Organiza as normas e regras da instituição de forma participativa buscando atender as necessidades da vida comum de um povo. A participação de baixo para cima, é isso que se refere a participação da base, os mais interessados precisam participar em massa do processo de tomada de decisão, somente assim é que alcançaram objetivos positivos e qualitativos para sua comunidade. O planejamento participativo auto-sustentado é considerado como a capacidade competente de uma comunidade em diagnosticar o problema, propor alternativas de solução e enfrentar politicamente os processos de conquista.  (DEMO, 1990)
Estas características de qualificação precisam sim ser levadas em conta, pois, são fatores essências de uma participação de qualidade. Sendo assim, participar não é tarefa fácil, mas é algo indispensável e fundamental para a busca de resultados precisos e que levem ao bem comum entre os integrantes da comunidade.
Tamanha é a importância da participação de todos no processo de tomada de decisão. Esta também se aplica para com o processo de gestão escolar. Desta forma é que se estabelece a melhor prática a ser realizada, procurando atingir as necessidades comuns entre todos os envolvidos.

terça-feira, 8 de maio de 2012

EDUCAR UM EDUCADOR

O presente texto apresenta uma das características que se torna marcante e essencial em um educador, à competência. Entendo que esta competência, é a capacidade de articular teoria e prática, comunicar – se de forma harmônica, trabalhar em equipe, etc, buscando sempre o bom desenvolvimento de seu trabalho bem como de sua escola ou instituição.

“Os grandes educadores atraem não só pelas suas idéias, mas pelo contato pessoal. Dentro ou fora da aula chamam a atenção. Há sempre algo surpreendente, diferente no que dizem, nas relações que estabelecem, na sua forma de olhar, na forma de comunicar-se. São um poço inesgotável de descobertas.” (Moran, 2009.)

Diante desta citação podemos perceber que ser professor vai muito além da sala de aula. As relações pessoas que estes estabelecem também são fatores primordiais no desenvolvimento de suas competências.
O bom humor, a autoestima e o entusiasmo dos educadores, contagiam a todas as pessoas que estão em sua volta, fazendo com que estes sintam - se cada vez mais motivados e interessados em aprender.
Professores motivados, alunos entusiasmados, aprendizagem acontecendo.


REFERÊNCIA:

MORAN, José Manuel. Mudar a forma de ensinar e de aprender com tecnologias. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/prof/moran/tec.htm>. Acesso em: 08 maio 2012.
 http://math.cilenia.com/pt
Pessoal este é um link que lhes dará acesso a um Objeto de aprendizagem muito bom para se trabalhar a matemática com crianças do ensino fundamental.

                                                            APROVEITEM A SUGESTÃO!!!!!!!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Pessoal ai está um texto informativo para vocês. Boa leitura!!!

O NOVO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS:
NOVAS PRÁTICAS E INTERVENÇÕES

Diferentes áreas do conhecimento humano contribuíram para que se construísse um consenso em torno da ideia de que a infância, tal como a conhecemos hoje, não é um fenômeno natural e universal, mas sim, o resultado de uma construção histórica. A infância deixou de ser compreendida como uma “pré” etapa da fase adulta, passando a ser identificada como um estado diferenciado. Assim, ao mesmo tempo em que se reconhece que a definição de infância é originária do contexto histórico, social e cultural no qual se desenvolve, admite-se a especificidade que a constitui como uma das fases da vida humana.
O reconhecimento dessa especificidade (identidade) fez com que o desenvolvimento cognitivo das crianças começasse a ser estudado e ela passa a ser sujeito de sua aprendizagem interagindo e se apropriando do mundo.
Agora como o Ensino Fundamental é de nove anos, as crianças ingressam no primeiro ano com seis anos de idade e por isso não podemos negligenciar o fato de que esse público pertenceu à educação infantil, uma etapa de ensino com concepções de criança, aprendizagem, conhecimento, tempos e espaços diferenciados. Nessa perspectiva, as experiências, saberes e conhecimentos construídos na educação infantil acerca dessa criança precisam mais do que ser considerados, devem, sobretudo, servir de parâmetro para as práticas e as intervenções pedagógicas que se pretende construir com elas no novo Ensino Fundamental.
As crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental chegam à escola, embora, cada criança seja única, ela compartilha características comuns com as outras por meio da interação e pode construir seu conhecimento sobre essas características, levando em conta que elas apresentam diferentes maneiras de aprender. Cabe então, ao professor por meio da mediação, oportunizar situações de aprendizagem às mesmas, nos vários espaços que dispõe na escola e fora dela.
Vygotsky (1988), e seus principais colaboradores destacam que as características especificamente humanas não estão presentes no indivíduo desde o seu nascimento. Elas decorrem da interação dialética do ser humano com o meio sociocultural onde vivem. Portanto, cabe a escola oferecer um ensino de qualidade e proporcionar a formação de alunos críticos, autônomos, criativos e solidários, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social.
OBJETOS DE APRENDIZAGEM

Objetos de aprendizagem são instrumentos que são utilizados pelos professores com um cunho pedagógico. Podemos dizer então, que hoje os objetos de aprendizagem são elementos muito importantes e relevantes para o dia a dia do professor, pois além de facilitar o andamento das aulas, consegue prender a atenção dos alunos de forma dinâmica, interessante e desafiadora. Os objetos se configuram por recursos digitais que trazem informações em diversos formatos como imagens, sons, gráficos, entre outros e que possuem objetivos educacionais. Assim, objeto de aprendizagem pode ser entendido como uma entidade digital entregue pela Internet, o que significa que muita gente pode acessá-lo e usá-lo simultaneamente, em contextos educacionais diversos, sendo um arquivo digital qualquer ou um programa criado especificamente para ser utilizado com fins pedagógicos.
Por tudo isso considero, muito proveitoso a utilização destes recursos no dia a dia escolar, pois os alunos acabam gostando do conteúdo por ser atrativo e dinâmico. Além disto tudo o que se trata de novas tecnologias, devem ser sim apresentadas para os alunos para que estes tenham conhecimento.

terça-feira, 13 de março de 2012

Objetivos do Blog

Olá pessoal, tudo bem? Sejam Bem - Vindos ao meu blog!!!!!!!!!
Este blog foi criado com o objetivo de ampliar os conhecimentos acerca de alguns temas presentes na área da educação. Para isto publicarei alguns textos que podem esclarecer algumas dúvidas para você.
Também publicarei algumas sugestões de atividades, jogos, dinâmicas, entre outros.